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31/05/2012

Você sabe o que é Drunkorexia?


Drunkorexia, ou anorexia alcoólica termo criado nos EUA para definir o alcoolismo associado a distúrbios alimentares. Este distúrbio é muito comum entre jovens e adultos de idade entre 20 e 40 anos, que ingerem bebidas alcoólicas no lugar da refeição.

O ato restringe a absorção de calorias necessárias ao corpo humano sob o objetivo de manter um visual esbelto e na moda. Entre as celebridades artísticas o costume da “drunkorexia”, além de causas estéticas, é impulsionada por cobranças do mercado, angústias e compulsões profissionais.

Segundo a OMS ( Organização Mundial de Saúde), o alcoolismo atinge de 10% a 12% da população mundial. Equilibrar o peso do corpo através da bebida é o mesmo que realizar uma dieta forçada e depois cair no efeito sanfona (alternância periódica de peso ).

Estudos psiquiátricos revelam que o alcoolismo feminino está associado a transtornos psicológicos relacionados à anorexia, bulimia, depressão e ansiedade. O álcool anestesia emoções ruins como a frustração, e no caso da “drunkorexia”, reduz o apetite. No funcionamento orgânico beber com estômago vazio acelera os efeitos do álcool.

Beber sem moderação pode vir a causar doenças no sistema digestivo e , em certos casos, no sistema sangüíneo, além de outros males. Beber demais ainda causa perda de reflexos, principalmente para o motorista em trânsito.


Fonte: http://www.infoescola.com/doencas/drunkorexia-anorexia-alcoolica

Conheça nosso Blog de Receitas Saudáveis: http://alimentacaosaudeeboaforma.blogspot.com.br

"Não faça dieta. Mude hábitos!"

30/05/2012

Tudo bem comer isso, porque...


Observe os pensamentos abaixo e reflita se algum deles já passou pela sua cabeça:


Tudo bem comer isso, porque...   

Não é um pedaço inteiro
Vou comer só dessa vez
Não é tão calórico
Compenso comendo menos depois
Ninguém me verá comendo isso
São só migalhas
É de graça
Quero mesmo comer isso e pronto
É uma ocasião especial
Estou chateada e não ligo para isso
Não consigo reeducar meus hábitos mesmo
Me esforcei tanto e não emagreci nada



Estes pensamentos lhe deixam predisposta (o) ou vulnerável a ceder ao desejo de comer. Lembrando que desejo de comer não é o mesmo que fome fisiológica, e que, quanto mais ceder aos desejos e impulsos, mais vulnerável ficará e a possibilidade de ceder em situações semelhantes futuras será maior. Quanto mais resistir aos alimentos fora do seu planejamento para aquele momento, mais forte você se tornará e a tendência a resistir no futuro, também aumentará.

Lembre-se sempre que tudo o que levamos à boca somará no final do dia, ou seja, caloria é sempre caloria independente de quando, onde ou porque vai comer.

Cuide dos seus pensamentos e não sabote a si mesma (o).

Dia 02 de junho de 2012, sábado, teremos encontro do grupo EMAGRECENDO COM A CABEÇA em São Paulo/ Bairro Penha.  Abordaremos o tema “O QUE SABOTA SUA R.A. E COMO LIDAR COM  ISSO”

Terá início às 9:50h e encerrará às 12h. Além da minha participação, a Nutricionista Clínica e Personal Diet Samira Barcelos falará sobre SABOTAGEM do ponto de vista nutricional.
Mais informações: (11) 2868-2791 ou emagrecendocomacabeca@htmail.com

Grande abraço e mude sua cabeça!

Psicóloga Clínica Carla Presutti.


“Não faça dieta. Mude hábitos!”

29/05/2012

Momento reflexão - Deixar de comer


Não deixe de fazer várias pequenas refeições ao longo do dia, além de acelerar seu metabolismo você evita crises de compulsão alimentar.

Infelizmente, vejo muitas pessoas que ainda restringem o número de refeições e consomem menos que 1000 calorias ao dia. Resultado: Viver no efeito ioio, além de comprometer a saúde e viver lamentando que nunca consegue. Baixa estima, dentre outros resultados nada agradáveis.

Mude a cabeça. Tenha paciência e comece da forma adequada. Deixar de comer ou comer muito pouco NÃO EMAGRECE.

Abraços,

Psicóloga Clínica  Carla Presutti.

“Não faça dieta. Mude hábitos!

25/05/2012

Como assim? Não faça dieta. Mude hábitos?!

Gostaria de iniciar esta reflexão, esclarecendo o significado do termo Dieta. “Dieta,  refere-se aos hábitos alimentares individuais. Cada pessoa tem uma dieta específica (saudável ou não).” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Dieta).

Utilizamos de modo distorcido o termo dieta, e, desde de crianças aprendemos a relacionar dieta à restrição, escassez, proibição alimentar, seja para emagrecer ou manter o peso.  Quem nunca ouviu ou até mesmo já pronunciou  a seguinte frase: “Não posso comer isso porque estou de dieta”.

Esse significado atribuído a este simples termo pode ser fonte geradora de ansiedade e estresse ao iniciar um plano alimentar mais saudável.

A verdade é que dieta, reeducação alimentar, mudanças de hábitos alimentares, dentre outras,  querem dizer a mesma coisa, a diferença está em como “enxergamos” cada um desses termos.

Contudo, sabemos que dificilmente ao nosso redor  iremos mudar esse pensamento ou este hábito social de se referir à dieta desta forma distorcida, então, para dar uma forcinha em nosso psicológico, pode ser útil fazer uso de termos alternativos  do tipo “reeducação alimentar” ou “mudança de hábitos”, até para transmitir a mensagem realista de que melhorar a alimentação, seja para eliminar peso ou manter a forma, não indica punição, castigo, proibição ou que o ato de comer seja algo errado para quem está fora do peso e jamais pode ser prazeroso.

Quando digo que o emagrecimento começa na CABEÇA, me refiro à essas mudanças de conceitos e significados na forma de enxergar as coisas. Afinal, o que pensamos gera o que sentimos, e se pensarmos de formas distorcidas ou ilógicas sofreremos desnecessariamente, nos sentiremos ansiosos, desmotivados, além de não desenvolvermos atitudes que nos levará a alcançar nossos objetivos.

Uma participante do grupo de apoio ao emagrecimento EMAGRECENDO COM A CABEÇA, uma vez nos perguntou se “nunca mais ela poderia comer guloseimas ou alimentos nada saudáveis”, já que estava querendo emagrecer .  Se ela ler este texto, se lembrará, só não direi o nome dela para preservar o sigilo. Respondi que mudar hábitos ou reeducar a alimentação implica em abrir mão SIM de certos alimentos, visto que para termos mais saúde e um corpo que nos agrade, precisaremos rever nossas escolhas alimentares. Se pararmos para pensar, realmente não podemos ter tudo na vida. Embora esta realidade seja frustrante, por outro lado, sobrevivemos à ela. Lembre-se de quando foi ao shopping com uma determinada quantia em dinheiro e desejou comprar outros produtos, mas não comprou porque naquele momento não tinha dinheiro disponível para isso. O que você fez? Possivelmente planejou que em outra ocasião, talvez ao receber o salário, voltasse à loja e compraria o produto, ou pode ser que tenha se frustrado no momento, mas depois esqueceu e nem voltou mais lá para comprar, pois aquilo deixou de ser importante. E o que lhe aconteceu? Sobreviveu e está aqui e agora lendo este texto.

Voltando ao restante da resposta que dei à paciente, salientei que na maior parte do tempo e dos dias nossa alimentação necessita ser planejada, regrada e disciplinada, pois nada é conquistado se não for desta forma, mas que em dias programados, ela poderia escolher uma das refeições e consumir  o “alimento pouco saudável”, mas desenvolver a consciência de que não é necessário focar na QUANTIDADE ingerida para se sentir satisfeita e sim nas ações ao comer o alimento, que lhe proporcionarão prazer e saciedade.

Estas ações envolvem o comer devagar, mastigando no mínimo umas quinze vezes o alimento, cheirando e degustando a refeição, de modo a notar a textura e o alimento se desfazendo na boca. Descansar os talheres no prato, sentar para comer e evitar conversar, assistir TV ou fazer outra atividade ao mesmo tempo em que se alimenta.

Fazer isso uma vez ou outra, não causará grandes danos ao processo de emagrecimento.  O problema está na frequência e na quantidade ingerida. É importante ter flexibilidade consigo mesmo ao invés de se punir e sentir culpa por ter ingerido algo mais calórico.

Temos que mudar conceitos, além de compreendermos  que mudar não acontecerá do dia para noite, e que exige esforço, treino e dedicação. Seja paciente consigo mesmo e não desista. Retome sempre que for necessário , e caso já tenha vivenciado repetidas tentativas de mudar o comportamento alimentar e não obteve sucesso, não hesite em buscar auxílio de um nutricionista e psicólogo para isso. Garanto que valerá a pena, pois emagrecer não se limita a seguir um cardápio ou somente contar calorias, é muito mais complexo. Emagrecer, na verdade, será consequência  de mudar a CABEÇA, aprender a lidar com as EMOÇÕES e mudar ATITUDES.

E para finalizar, quero mencionar que, comer é bom e podemos ter uma alimentação saudável com baixa caloria e muito saborosa. Comer não é proibido e nem errado. 

Pensando nisto, criei duas páginas, uma no face (WWW.facebook.com/receitas.saudaveis) e um blog para aqueles que não utilizam esta  rede social (http://alimentacaosaudeeboaforma.blogspot.com.br) para trocar receitas saudáveis com vocês, pois variar o cardápio também é um novo hábito a ser desenvolvido. Espero que visitem estas páginas e cozinhem bastante!

Grande abraço,

Psicóloga Clínica Carla Presutti.

Hoje vou encerrar com a frase: “Mude sua cabeça e emagreça!”!


21/05/2012

Equilíbrio e Harmonia Alimentar

Sempre vejo as pessoas que iniciam reeducação alimentar envolvidas em dilemas do tipo “Comer ou não comer?” quando se vêm diante de uma guloseima.

Uma pessoa saudável, que não tenha problemas de saúde e nem restrições médicas referente à alimentação, pode comer de tudo, até mesmo sua guloseima preferida, portanto, a questão está em desenvolver o equilíbrio e a harmonia alimentar.

A partir do momento que se desejou emagrecer, é imprescindível  adotar hábitos alimentares que poderão ser mantidos para o resto da vida, e neste processo cada um vai descobrindo o seu equilíbrio e os seus limites, por exemplo, tenho uma paciente que come um pedaço pequeno de chocolate todos os dias, e têm se mantido magra há sete anos. Tenho uma outra paciente que há 3 anos, por decisão própria, não ingere nada que contenha açúcar, só com adoçantes, pois se sente melhor assim, e tenho aqueles que preferem eleger um dia da semana para consumir a guloseima que gosta, enfim, cada um encontrará seu ponto de equilíbrio no processo de reeducação alimentar. 


Vale lembrar que, comer é um ato que depende do nosso comando, portanto não é involuntário ou automático, e são exatamente nossas ações que devem ser modificadas quando o assunto é emagrecer ou manter o peso.

É importante mudar os conceitos sobre os alimentos, não vê-los como proibidos e desenvolver o equilíbrio, através de escolhas mais saudáveis e menos calóricas sim, porém em momentos planejados consumir com moderação as guloseimas preferidas. Pois o problema nem sempre é o alimento em si, mas o comportamento diante dele, o modo de se relacionar com ele...

Mude sua cabeça e emagreça! Grande abraço,

Psicóloga Clínica Carla Presutti.
 
“Não faça dieta. Mude hábitos!”

www.facebook.com/receitas.saudaveis 

www.facebook.com/emagrecendocomacabeca

19/05/2012

Não existe ex-gorda!


Você emagreceu! Fez dieta, exercícios, seu peso baixou e você comemora a nova silueta! Fim de problema! Você está curada!

Ledo engano! Uma coisa é emagrecer, outra é curar a obesidade, o sobrepeso.  Lembre-se, você pode tratar a obesidade, mas não, ao menos por enquanto, curá-la. Você não será magra, ESTARÁ MAGRA se e enquanto adotar um estilo de vida magro. Isso quer dizer, nutrição adequada, atividade física, EQUILIBRIO EMOCIONAL. Não se esqueça que os fatores subjacentes estão lá! Prontos para entrar em ação e fazê-la voltar ao antigo e desagradável peso, se você não estiver atenta.




Um projeto de emagrecimento deve ter como objetivo emagrecer e permanecer magra. Manter-se magra é muito mais complexo que emagrecer. 

Requer motivação, comprometimento, tolerância à frustração para o resto da vida. Você não pode esperar se comportar como antes e não engordar de novo.  Sua cabeça deverá ter mudado. Se você comia para expressar indevidamente suas emoções, fossem quais fossem, essas emoções deverão ter encontrado sua expressão adequada. O peso muda mais depressa que a cabeça, mas, se a cabeça não mudar, o novo peso não será mantido. Você terá de pensar e se comportar magro, se quiser usufruir seu novo corpo para o resto de sua vida.

Procure metas realistas. Dentro de um peso clínico saudável, procure, por que não, um peso estético que lhe agrade. Talvez aquele com o qual se sentiria bem de biquíni.  Sabemos que, por razões culturais, cada vez mais o peso estético se afasta do peso clínico, para menos, claro. O peso escolhido deverá ser viável. Qual o peso legal que lhe permite ser saudável, sentir-se bonita e que seja sustentável? Quanto mais baixo o peso, maior a dificuldade em mantê-lo. Você está emagrecendo por você? Tem algum benefício inconsciente permanecendo gorda? Está psicologicamente preparada para estar magra? Perceba que emagrecer é muito mais do que fazer mais uma dieta para perder algum peso por algum tempo. Envolve mudanças radicais de estilo de vida, de comportamento e, principalmente, equilíbrio emocional.

Não se esqueça, NÃO EXISTE EX GORDA! Mas, sim, a GORDA EMAGRECIDA. Você não será magra. Estará magra se e enquanto mantiver um estilo de vida magro.




Fonte: Dr. Marco Antonio De Tommaso (Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo)
 

“Não faça dieta. Mude hábitos!”

18/05/2012

A transformação radical que fez Lucília Diniz perder 61 quilos


 Emagrecer e atingir a tão sonhada forma desejada é o objetivo de inúmeras pessoas. Uma das referências nesse assunto é a empresária Lucilia Diniz, autora de diversos livros sobre vida saudável e alimentação correta, que lançou a edição atualizada do livro O Prazer de Viver Light.

Depois de emagrecer 61 kg e colher os inúmeros benefícios causados pela transformação ela se tornou uma das maiores especialistas em vida saudável. Aos 53 anos, Lucilia revela em entrevista as dificuldades para emagrecer, revela como mantém seus 60 kg e comenta quais são os erros mais comuns nas dietas.

Na recente publicação, ela explica como conseguiu vencer os maus hábitos, elevar a auto-estima e virar referência em alimentação equilibrada. Além disso, ela inclui dicas, receitas e responde às dúvidas mais comuns sobre dieta.

Em qual momento você decidiu que mudaria seus hábitos alimentares? Qual foi o 'turning point'?

Lucilia - Há uma crença geral de que o estalo da mudança só acontece quando vivemos um momento crucial. Tem gente que até espera uma má notícia para que "caia a ficha". Comigo, não foi assim. Eu simplesmente acordei um dia, cansada de me sentir um fracasso, e resolvida a assumir as rédeas da minha vida.

O que a motivou a mudar? Foi a busca por uma nova estética ou a saúde?
 
A minha maior motivação foi não poder mais sentar no chão para brincar com os meus filhos. Havia muitas coisas erradas comigo, a começar pelo próprio corpo. Os sinais dos maus hábitos eram evidentes. Fumava três maços e meio de cigarro por dia e pesava mais de 120 kg. Resolvi mudar de vida. Caso contrário, teria que me conformar de uma vez por todas a ser daquele jeito para o resto da vida. E isso era algo que eu não queria: me conformar.

Como foi o processo da perda de peso? Qual a parte mais difícil?

Foi lento e contínuo. Levei dois anos. A parte mais difícil é entender que toda escolha representa também uma perda. Optar por um caminho significa deixar outros de lado que, embora não levem a lugar algum, podem parecer mais confortáveis. Difícil em um primeiro momento é sair da zona de conforto.

O que você cortou da sua dieta e sente falta?

Cortei açúcar, fritura, álcool e passei a ter mais cuidado com gorduras e carboidratos refinados. Hoje não sinto falta de nada porque meu corpo já reaprendeu a comer. Antigamente, eu gostava de pastel de feira, por exemplo. Hoje, não gosto nem do cheiro.

Você acha que a cirurgia plástica é essencial na redução de peso? Quantas já fez e onde?

Essencial é cuidar daquilo que te incomoda. Fiz algumas cirurgias plásticas. Mas para emagrecer não precisa fazer cirurgia. Basta cuidar da alimentação e fazer exercícios.

Quais eram seus principais erros na forma de se alimentar?

O erro era comer muito de tudo, ingerir açúcar sem necessidade - nos refrigerantes por exemplo - e querer tapar buraco existencial com comida. Depois, era subestimar as calorias escondidas em cada prato.

Onde as pessoas mais erram?

Erram ao achar que tudo que é saudável emagrece, o que não é verdade. Azeite, frutas, pão integral, castanhas, soja, vinho... como há muitas evidências de que esses alimentos são bons para a saúde, muita gente acaba pensando que pode consumir tudo isso à vontade.

A vida amorosa mudou muito depois no novo visual? Muitos amores surgiram com a vida nova?

Mudou bastante. Quem emagrece ganha autoconfiança, sente-se feliz. E autoconfiança atrai muitas coisas boas e você só quer o que te deixa feliz.
O sexo, de fato, melhora quando renovamos nosso corpo?
Tudo que melhora a autoestima melhora o sexo. Renovar o corpo, transformar tudo que não me deixa feliz. Esse é o meu lema. Sua vitória resultou em livros e uma linha de produtos light.

Pretende mais alguma novidade nessa área?

Estou com o Programa Lucilia Diniz todos os sábados na RedeTV! Esse é o meu projeto mais recente, com o qual estou bastante envolvida.

Quais as dicas você dá para as pessoas que pretendem começar uma dieta?

Em primeiro lugar, comece já. Não deixe para amanhã. Faça algo diferente, agora se puder, por exemplo uma caminhada. Não espere o melhor dia para começar a dieta. Eu esperei por 38 anos e esse dia nunca veio. A maioria das pessoas que quer emagrecer já sabe por onde começar: cuidando da alimentação e fazendo exercícios. Depois, será preciso lutar contra a mesmice - a começar por aquele frango grelhado com legumes que ninguém agüenta mais.
Buscar receitas e informações sobre alimentação e vida saudável é fundamental para que tudo não caia na rotina. Afinal, emagrecer é relativamente fácil. O difícil é manter.

É possível comer de tudo e manter a estética desejável?

Claro. Eu por exemplo como de tudo, até pão com manteiga no café da manhã. Só dispenso aquilo que não tem nutrientes. Só não podemos esquecer que comer de tudo também significa comer hortaliças e vegetais variados. Quem se esquece disso, não come de tudo.
Ginástica é essencial?
Essencial. Tanto a musculação quanto o aeróbico. O treino que faço pela manhã mantém meu metabolismo acelerado o dia inteiro.

E como manter o mesmo peso ao longo dos anos?

Fazendo da criatividade a nossa principal aliada. Enjoar da comida e do exercício não pode ser motivo de desânimo. Há muitas coisas novas - receitas, conceitos, truques de alimentação - para serem descobertas.

Por fim, há alguma dieta melhor que a outra, ou depende muito das condições físicas de cada um?

Não acredito em dieta, e sim, em reeducação alimentar. Ter consciência do que se come e para que se come. Uma vez que se aprende isso o problema se resolve. Veja bem, de nada vale começar algo que você sabe que não levará adiante. Quem faz isso acaba engrossando as piores estatísticas, já que a imensa maioria das pessoas falha ao adotar uma nova dieta. Emagrecem no início e engordam tudo novamente.
 
Fonte: www.meionorte.com/noticias/moda-e-beleza/em-livro-lucilia-diniz-conta-como-emagreceu-61-kg-87154.html

“Não faça dieta. Mude hábitos!”

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