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29/06/2012

Fala Sério!: Tratamento psicológico?

Fala Sério!: Tratamento psicológico?: Para quem está numa reeducação alimentar é interessante ter um acompanhamento psicológico, muita coisa muda no corpo e na mente da gente. ...

25/06/2012

Da obesidade à anorexia após cirurgia de redução de estômago




Eu não poderia deixar de comentar sobre esta matéria, que certamente deixou estarrecido quem a assistiu.

É preocupante o estado de saúde físico e emocional desta moça, que foi da obesidade mórbida à anorexia, e caso não receba atendimento adequado urgentemente, perderá a sua vida.

Para quem não viu a reportagem dela, aqui está o vídeo:




Nesses anos de atendimentos a pacientes que realizam a cirurgia de redução de estômago, tenho visto que muitos não fazem ideia da importância do suporte psicológico deste processo todo. Inclusive esta mesma maioria demonstra estar  interessada em fazer apenas a avaliação psicológica, que, diga-se de passagem é obrigatoriamente um dos requisitos para que se opere, pois acredito que se não fosse assim , nem se submeteriam à avaliação, além de não retornarem para fazer o acompanhamento psicológico no pós-operatório.

 Infelizmente, tenho visto muitos se concentrarem apenas em emagrecer, depositando suas expectativas na cirurgia, acreditando que a mesma não lhe deixará mais com fome, que pelo estômago estar menor não caberá tanta quantidade de alimento, e que os esforços não serão mais necessários...

Acreditem, muitos não se preocupam com a saúde, nem física e nem emocional, revelam que imaginam, que após a cirurgia serão mais felizes, que se amarão mais, e que não haverá mais problemas na vida...

Até certo ponto, também considero a possibilidade de se sentirem mais felizes consigo mesmos, mas isso não significa que a satisfação pessoal tenha que estar limitada ao corpo magro e à beleza, visto que os problemas também continuarão existindo, como existe para todo ser humano, magro ou não.

Por isso, a importância das orientações e acompanhamento psicológico, seja no pré e pós-operatório. Toda situação nova gera estresse, mesmo que estejamos buscando coisas boas nesta situação. Até que a pessoa esteja adaptada ao novo estilo de vida, ela passará por momentos de estresse que é o modo como nosso organismo reage para poder sobreviver e enfrentar a vida.

A mudança após a cirurgia é realmente radical, e é necessário que a pessoa esteja ajustada psicológicamente para lidar com o que virá pela frente.

O acompanhamento psicológico, além de proporcionar conscientização de que a cirurgia é uma das ferramentas que ele dispõe para melhorar não só a saúde, como emagrecer, mas que ela não fará tudo pela pessoa, tem o objetivo de desmistificar crenças irrealistas sobre todo o processo, salientando que nada será útil se ela não mudar pensamentos e atitudes em relação à comida e a si mesmo. A terapia lhe ajudará gradativamente a se adaptar ao novo estilo de vida, bem como a lidar com sua nova imagem corporal, pois algumas pessoas entram em conflito diante desta nova identidade e passam apresentar diversos transtornos por conta disso e pela nova rotina alimentar.

Deixo meu recado de sempre: "EMAGRECER envolve aprender a se alimentar adequadamente, mas também é fazer uma faxina psicológica... Só mudamos comportamento quando alteramos algo em nossa mente, por isso que muitos emagrecem, mas não mantém a perda de peso a longo prazo, porque apenas restringiram a alimentação e não alteraram nada interiormente" (Carla Presutti)

Grande abraço e convido a todos a fazerem parte da minha nova página: http://carlapresutti.blogspot.com.br

Até breve!

Psicóloga Clínica Carla Presutti

24/06/2012

Esta DIETA vale!

Pensem a respeito e tenham uma semana maravilhosa!





Grande abraço,

Psicóloga Clínica Carla Presutti
*Venham fazer parte da minha nova página: http://carlapresutti.blogspot.com.br

22/06/2012

Sistema GOODLIGHT de Lucília Diniz

Olá pessoal!

Gostaria de compartilhar com vocês uma matéria que li no site da Lucília Diniz, e achei muito interessante.

Mas antes, vou deixar registrado aqui o endereço do meu novo blog, onde atendendo a pedidos, falarei sobre assuntos diversos dentro da psicologia, como ansiedade, depressão, baixa-estima, dificuldades de relacionamento, pânico, estresse, timidez, dentre outros, pois para quem ainda não conhece meu trabalho, eu não trato apenas de questões relacionadas à obesidade, emagrecimento e transtornos alimentares. Então, para aqueles que desejarem me seguir por lá também, o endereço é http://carlapresutti.blogspot.com.br  Terei muita satisfação em vê-los nesta outra página também, e de antemão, agradeço a atenção e carinho de todos!

Bom, vamos à matéria da Lucília Diniz. Nela, ela descreve como é o seu sistema alimentar, o qual chama de goodlight.

Este sistema é composto por cinco pilares: Nutra-se, Mexa-se, Pense, Sinta e Desfrute.

Ela também destaca a importância de comermos aquilo que gostamos, levando em conta qualidade e quantidade. Utiliza o conceito de “Escolhas Inteligentes”, que significa diminuir o consumo de gorduras e açúcares e aumentar o de frutas, verduras, legumes, grãos integrais,leite, queijo e iogurte desnatados.

Veja o que ela fala deste assunto no site: http://www.luciliadiniz.com.br/lucilia_e_voce/sistema.aspx

Grande abraço e Bom final de semana... e melhor ainda se for LIGHT!

Psicóloga Clínica Carla Presutti

“Não faça dieta. Mude hábitos!”

20/06/2012

O ambiente e a sua reeducação alimentar


Por mais que saibamos que a R.A. depende grandemente dos nossos próprios esforços, não podemos negar que, mesmo em uma parcela menor, se não ficarmos atentos, o ambiente também pode ser um colaborador ou um sabotador da R.A.

A sensação pode ser de frustração e desânimo em levar adiante suas mudanças alimentares, quando você se depara com pessoas à sua volta comendo inadequadamente ou deixando espalhados pelo ambiente, alimentos nada saudáveis e muito calóricos. Imagine abrir a geladeira e dar de cara com um pudim ou encontrar uma caixa de bis no armário da cozinha? E ao chegar em casa, com fome após um dia de trabalho e tiver alguém fritando hambúrguer?

Pois bem, nem todos em seu círculo familiar e social estão no mesmo momento que você, que está em busca de alimentação saudável e emagrecimento, e conscientizar-se de que eles não tem obrigação de se comportar como você, será um primeiro passo, porque se deparar com estas situações dentro e fora de casa será inevitável.
Também não é necessário se tornar antissocial por conta disso, deixar de ir em festas,visitar amigos ou até mesmo não convidá-los mais para ir à sua casa.





Não espere o ambiente colaborar, colabore você consigo mesmo (a)! O ideal é manter o foco em sua meta, programar alimentação para todas as ocasiões, em casa, no trabalho e em eventos, pois já tendo estabelecido o Quê e QUANTO comer, irá evitar que você se disperse da R.A., pois saiba que  a dúvida e a falta de planejamento também são fortes sabotadores. Por exemplo, ao abrir a geladeira e não ter em mente (planejado) o que vai consumir lhe proporcionará “escolhas”, portanto, lance mão da objetividade.

Até quando for às festas é possível se planejar, mesmo que não saiba exatamente o que será servido no local. Uma dica é monitorar a ingestão dos grupos alimentares (pirâmide alimentar) durante o dia para ter uma noção das quantidades e de quais alimentos poderá ingerir sem comprometimentos para sua perda ou manutenção de peso. Você pode consultar um nutricionista para lhe ajudar nesta tarefa.

Lembre-se de ser assertivo (a) sempre, expressar-se de acordo com suas necessidades, informando o que lhe agrada ou não, é parte fundamental, o que não quer dizer que tenha que impor que as pessoas se comportem como você, apenas que lhe respeite como irá respeitá-las. Quero dizer que vale entrar em acordos, como por exemplo, pedir para que o familiar ou amigo não seja insistente quando disser que não quer comer algo, que até mesmo nem lhe ofereça quando o alimento for engordativo ou solicitar que a pessoa não deixe à vista no ambiente suas guloseimas.

Ao receber visitas em casa ou preparar as refeições, procure elaborar um prato que agrade as outras pessoas e outro que agrade você, caso não encontre uma única receita adequada para todos.

Acredito que com essas estratégias simples é possível superar estes momentos e manter-se focado (a), fazendo por si mesmo (a)  sem esperar que o ambiente lhe dê condições para isso. Crie você as condições.

Grande abraço!

Psicóloga Clínica Carla Presutti

“Não faça dieta. Mude hábitos!”

18/06/2012

Como está sua relação com a balança?


Olá meus leitores amados! Gostaria de agradecer o carinho de vocês e dizer que este blog só tem razão de existir, porque vocês o acompanham.

E hoje, gostaria de abordar um assunto de fundamental importância no processo de emagrecimento e manutenção do peso: Pesar-se.

Vamos refletir um pouco sobre isso?

Pois bem, assim como comer de 3 em 3 horas, fazer um diário alimentar, escolher melhor a qualidade dos alimentos, beber muita água e planejar a alimentação, a pesagem também faz parte, pois os ponteiros da balança são os indicadores positivos ou negativos das ATITUDES que se teve para com a alimentação.

Muitas pessoas têm medo, raiva ou horror da balança. Deprimem-se se ela não aponta um resultado que estavam esperando e em muitos casos abandonam a reeducação alimentar por conta disso.

Precisamos encarar os fatos, pois a culpa dos ponteiros subirem não é da máquina... é da pessoa, que provavelmente não teve comportamentos adequados em relação à alimentação (exceto em casos de retenção de líquidos, como por exemplo na fase da TPM, efeito platô, dentre outras condições orgânicas ou de saúde, que não se relacionam com ATITUDES, que  alteram o peso), a balança reflete as ações da pessoa em forma de kgs...

Ela deve ser usada justamente como um termômetro para nos indicar se estamos caminhando na direção certa ou não. Após pesar-se é importantíssimo sentar e analisar as atitudes alimentares que ajudaram a perder peso ou as atitudes que colaboraram para aumentá-lo, deste modo se tem a oportunidade de corrigir os erros e seguir adiante de uma forma diferente. 

Certamente a balança não deve ser utilizada todos os dias, devido as variações naturais do organismo, mas uma vez por semana, talvez seja um período considerável para avaliarmos nossa conduta alimentar. Dependerá de você usar a balança contra ou a seu favor.

Então, que tal fazer as pazes com a balança?




Abraços e uma semana light...

Psicóloga Clínica Carla Presutti

 “Não faça dieta. Mude hábitos!”

16/06/2012

Mexa-se mais

Não há desculpas para mexer mais o corpo, pois se não encontra tempo em sua agenda para ir à uma academia existem várias outras maneiras de sair do sedentarismo.

Quando estiver em casa, ao invés de passar todo o tempo em frente da televisão ou computador, vá arrumar o armário, guarda-roupa ou cuidar das plantas. Você pode até mesmo mudar os móveis de lugar!

Sabia que enquanto estamos dormindo nosso corpo gasta em torno de 1,54 Kcal por minuto para uma pessoa de 70 Kg? Isso acontece porque nosso organismo precisa manter seu funcionamento (batimentos cardíacos,respiração, etc) e também porque nossos músculos precisam estar levemente contraídos para manter a postura corporal. Então, imagine se você se movimentar mais enquanto estiver acordado? 



 
Existem pessoas que deixam de se mexer mais, por acreditar que é insuficiente o valor calórico gasto em atividades fora da academia, no dia-a-dia, como por exemplo, descer um ponto de ônibus antes, subir escadas ao invés de elevador e por aí vai...

Atualmente as pessoas estão cada vez mais sedentárias, a ponto de irem de carro até a padaria da esquina de casa... Por isso, reveja seus conceitos, qualquer movimento vale a pena e contribuirá para uma vida mais saudável e perda de peso.

Bom fim de semana!

Psicóloga Clínica Carla Presutti

“Não faça dieta. Mude hábitos!”

15/06/2012

Seja feliz independente do seu peso


Gostaria de trazer uma mensagem importante, pois vejo muitas pessoas que só ficam felizes se o corpo estiver em forma. Algumas, inclusive acreditam piamente que é a magreza que traz felicidade... É preciso tomar cuidado com estas expectativas, pois não há lógica em depositar somente no corpo a satisfação pessoal.

Aprenda a se alegrar consigo mesmo (a) independente do peso e não esperar os ponteiros abaixarem para gostar de você, se respeitar, comprar uma roupa, passar um batom, visitar os amigos ou viajar. Não limite sua felicidade ao seu peso ou às formas do seu corpo... Isso poderá minar sua motivação em reeducar seus hábitos.




Vá além... Valorize o que há de melhor em si mesmo (a) internamente... 

Lembre-se que não somos somente corpo, somos corpo, mente e espírito. 

Somos uma pessoa dotada de sentimentos. Somos muito mais que uma matéria, devido nossa essência - cárater, valores, princípios - Nosso corpo se desfaz, mas nossa alma é eterna...


 Pense nisso e seja feliz AGORA.


Psicóloga Clínica CarlaPresutti

“Não faça dieta. Mude hábitos!”

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